Blog do Fernando

12/04/2006 17:37
Hoje não vou postar nada sobre mim...quero só colocar um texto pra vcs se divertirem...xau

Filhos de Copacabana

Cleide era muito fã de Elymar Santos. Seus filhos foram batizados de Elimaria, Elimárcio, Elimarlene e Elimarino. Eles eram pobres. Jair tinha largado a mulher quando o ultimo filho nasceu. Tinha se irritado de tanto ouvir CDs do Elymar. Para ganhar a vida, Cleide e prole passaram a catar lata na entrada do Canecão.
Elimaria era a única que acompanhava a mãe. Os outros filhos ficavam na praia do Leme sobrevivendo de pequenos furtos. A mãe não sabia disso. Se soubesse, daria uma surra nos filhos. No último sábado, Elimaria achou 3 relógios na gaveta do irmão mais velho e quis saber de quem era. Elimárcio se desesperou e pediu para que não contasse nada para mamãe.
- Eu vou contar sim, seu ladrãozinho escroto.
- Se você ficar quieta, eu te dou 3 meses de creme para cabelos crespos.
- Então tá!

Elimárcio teve a barra aliviada com a barganha. Contudo, não gostava nada da situação. Queria se livrar de qualquer jeito das diversas chantagens e frios na barriga que sua irmã mais velha causava. Mas não sabia por onde começar porque era muito burro. Resolveu consultar Darlene Cascata de Luz, uma traveca de 60 anos que ainda fazia ponto na avenida Atlântica, perto do Meridien.
Darlene Cascata da Luz era a segunda mãe do menino. Foi a primeira experiência amorosa de Pepeco. Assim ela o chamava. Enquanto andava pela rua, o garoto ia pensando em como iria explicar para ela que roubava relógios na praia. De longe, já conseguia avistar a prostituta. Ela se destacava por usar roupas chamativas e pelo seu 1.90 de altura. Explicou tudo com muita calma e Darlene só ouvia. Não dizia nada. O garoto ficou em silêncio esperando um conselho. Darlene foi curta e grossa: amanhã, leva a sua irmã lá em casa!

O prédio para onde o irmão levou Elimaria ficava na Princesa Isabel. O corredor muito estreito fazia com que o ombro das pessoas saíssem tocando as campainhas dos apartamentos. Elimárcio chegou ao 1201 e bateu na porta.
Uma voz de ganso gritou lá de dentro: Você tem a chave. Não faz a boba não!
O menino olhou para a cara da irmã. Tirou a chave do bolso e abriu a porta.
Elimaria estava muda. Entraram na quitinete cheia de cortinas de miçangas, ursos de pelúcias rosa e espelho em todas as paredes.
Darlene Cascata da Luz estava no banho e dava as instruções lá de dentro:
- Não mexa em nada. Explica pra sua irmã a minha condição, Pepeco. Como nós nos conhecemos e como foi bom pra você. - E caía na gargalhada.
Elimaria ficou branca. O irmão não esperava que Darlene ia entregar isso tão de bandeja. A irmã fala "Eu vou embora, chega!" E Darlene grita: "Já deixei o porteiro avisado que nenhum de vocês dois saem a não ser comigo. A gente vai dar uma volta. Espera um momento que eu estou acabando de me raspar."
Darlene saiu do banho com apenas um peignoir de plumas cobrindo o corpanzil. Olhou para Elimaria
- Então, Pepeco, esta é a sacana da sua irmã?
Elimaria protestou:
- Em primeiro lugar, sacana é a senhora sua mãe! E o nome do meliante é Elimárcio e não Pepeco.
- Elimárcio??? - Darlene ficou pálida - Então você é...
- Elimaria! - Os olhos da menina ficaram vidrados nos de Darlene. Elimaria balbuciou:
- Papai, é você?

Elimárcio foi direto pro banheiro. Não agüentou o misto de surpresa e tensão. Vomitou tudo no vaso sanitário. Saiu do banheiro gritando pela sala:
- Eu transei com você. E você é meu pai. E agora? O que você quer que eu faça? Que eu transe com minha irmã? Quer que eu pule daqui de cima? Como você espera que eu fique depois de ouvir isso tudo? Hein? Hein? ? Darlene logo se prontifica e responde:
- Você está sendo egoísta. E eu? Não sinto nada? ? Antes de ouvir o que Darlene tinha pra dizer, Elimaria taca um tubo de creme de 1 litro na cabeça dela. O traveco-prostituto de 60 anos cai no chão. Elimárcio, fora de si, pega o sapato mais próximo e finca o salto alto no pescoço cheio de creme do seu pai. O sangue esguicha.
Os dois saem correndo do prédio e o porteiro vai atrás na mesma velocidade. Vão em direção a praia feito loucos, quase sendo atropelados pelos carros da Avenida Atlântica. Gesticulam desesperados para que algum carro pare. O porteiro corre atrás com um pedaço de madeira. Elimaria se joga em cima de uma Pajero, que abre a porta: entre logo, meninos!
Os dois nem acreditam. Estavam com o coração na boca. Sentados no carro, choram desesperados e só se acalmam quando vêem que o carinho que recebem na cabeça é de Elymar Santos.

enviada por Fernando



07/03/2006 19:03


Os fãs pedem e eu sempre volto..
People, i'm here!
Muitas coisas para contar, algumas para perguntar e outras mais apenas para deixar guardado.

Vamos por parte >>
PROFISSIONAL
Continuo trabalhando na BrT, no Unifolha e à noite facul. Fora isso, tenho mil coisas para fazer, como mexer com a comissão de formatura, projetos de sites, meu projeto cultural e de folclore. Cansa. Cansa muito. Estressa. Cansa de novo. Mas é bom. To ganhando meu dindim, suado, sofrido, mas é meu. Cara, me lembro dos meus dezesseis anos (quem vê, acha que faz muito. Bem, quatro anos é muito quando se vive intensamente cada minutos deles) quando ganhei meu primeiro salário. Quantos planos eu fazia. "Vou comprar isso"; "Se sobrar, vou guardar para poder melhorar isso, aquilo, aquele outro...". E eu nem ganhava muito. Mas era meu. E é muito bom saber que você pode viver melhor, comer, beber, vestir, curtir, conhecer mais coisas depois que o trabalho te proporciona, por menor e insuficiente que seja seus proventos.

PESSOAL
Meow, que que está acontecendo? Tô muito puta. Farreando mesmo. Zuando. Prestenção que vocês vão entender.

Faz uns três meses que iniciei uma fortíssima amizade com Tiago. Um cara super gente fina. Engraçado. Prestativo. Cheio de problemas como qualquer mortal, trabalhador e vivente. Mas muito meu amigo. Iniciamos um coleguismo, passamos para uma amizade pequena e hoje vivemos um vício um do outro que faz bem a ambos e causa inveja e tantos outros.

E desde o começo, morro de tesão por ele. Ele é grandão. Forte. Branco. Olhos pretos. Cabelos castanhos. Dentes grandes. Tatuagem. E muito safado. Desde o começo falávamos safadezas mas nunca saímos do que meras palavras e algumas punhetas sôfregas nos banheiros de nossos lares.

Até que um dia, saímos do serviço num sábado meio nublado que no final da tarde derramou sobre Campo Grande água, erotismo e insanidade. Paramos em uma conveniência e começamos a conversar. Como sempre, o assunto caiu sobre sexo. O meu. O dele. As aventuras passadas. E álcool e bom papo levam a confissões sérias.

Tiago segura forte meu braço e diz: "Tô louco pra dar pra vc. Arruma a camisinha e o lugar que eu to muito de sentir seu cacete".
Rio. Não consigo parar de rir. Tudo é muito curioso. E engraçado. E surpreendente. Acaba não rolando.

No sábado de carnaval, rolou. Sexo. Fogo. Desejo. E satisfação garantida. Agora, nossas conversas estão sempre pontudas por sussuros. Vontades. Quase realizações.

Cresci bastante e sei que não posso me entregar. Apesar da pouca idade, conheço o terreno e sei que pode parecer seguro, mas também pode me tragar.

Deixa estar que tudo se resolve.

Beijos e quem passar, favor comentar.

enviada por Fernando



14/02/2006 18:42
Ah Ê!!
Voltei depois de mtos pedidos. Sabe cumé...mto trampo..pouco tempo e acesso a internet menos ainda. Mas eu volto. É só pedir que eu volto...

Bom, to trampando cedo (Brasil Telecom), estágio a tarde (www.unifolha.com.br) e facul a noite. Mas as baladas permanecem, as paqueras e o "namoro" também. Queria falar um pouco disso mas to escrevendo meio escondido. Depois eu conto. Eu prometo!

No mais, não queria falar mto não. A facul tá bem, eu tb...

Musica pra se jogar >> Bob Sinclair : Love generation! (Pensa num trem bão. É essa música!)
enviada por Fernando



21/09/2005 17:22
.

I'm Back..In green...

Povo do Brasil...Fãs de minha pessoa...Estou aki...Para que me leiam...E se divirtam com minhas historias...

Bom, não trabalho mais! Decidir que não vou mais se render ao sistema...Hehehe...Menti...Fui demitido...Buáááááááááááá

Que nada to di boa...assim, feliz por ter saído mas triste por não conseguir arrumar outro...Os otimistas de plantão dizem que tudo passa, tudo passará e que uma hora chega o nosso sonho...mas preciso de $$ agora...Ok, sem lamurias.

No mais, prefiro omitir-me...com um pouco mais de inspiração, falarei sobre isso (coração, sentimentos, turbulencias da mente)..

No mais um beijo e se cuidem...

Essa foto eu tirei em Bonito, uma cidade linda (dizem né, pq eu num fui nos locais para turismo ecologico..sou pobre, lembram-se?) aqui do Estado.

Beijos e comentem!
enviada por Fernando



22/04/2005 16:51
Oi
Hoje tah meio tranquilo aki no trampo e por isso resolvi escrever algumas linhas obre o que se passa em minha vida. Bom, desde a última vez em que realmente falei de mim, com certeza algumas coisas mudaram...
Estou estudando novamente e com grandes planos para o meu curso (Jornalismo)...nova turma, alguns meninos interessantes, mas extremamente tímidos ou polidos no que diz respeito ao que querem de mim...não sei como falar disso, mas me canso de ver e conviver com heteros, ao menos na fala, mas que desejam ardentemente outro corpo masculino, um homem que complete seus corpos...realize seus desejos...mate sua vontade. Mas o bloqueio do inconsciente e da sociedade impede que sejam felizes, que façam o que querem sem q ninguem tenha a ver com isso. Acredito que depois que um homem descobre que se excita somente com outro, um grande passo se deu. Mas dizer aos outros, mostrar aos amigos, familiares, falsos amores, que suas atitudes são erradas, que não são atitudes, mas simulações de uma realidade falsa, de uma redoma de vidro onde dentro estão as mentiras, as falsidades e os estereótipos sociais que bloqueiam a felicidade, a vida em comunhão....isso me cansa e me deixa extremamente chateado...
Amor: minha vida anda morna, sem grandes paixões, casos, paqueras...candidatos tem, mas até sair o resultado desta eleição, vixi, meu tesão jah era.
No trampo, mtas coisas, novidades, mudanças... e o salário de sempre...q fazer? Matar o chefe? Suicidar-se? Procurar outro? Acho q não..gosto daki, destas pessoas q trabalham comigo...vamu ver ond chega...
Beijos a todos os remanescentes...continuem fiéis a mim, que eu serei f...f...f....FELIZ! e grato também.

enviada por Fernando



20/04/2005 18:57
Vou colocar uma foto minha aki pra q a galera q passa n se assuste nem confunda com outras q existam por aki....Bjos e n deixem de comentar...



enviada por Fernando



14/03/2005 14:18
Tempão hein...o blog fez um ano e eu nd...mas eh q ando correndo..saudades do amor...fome...devaneios...bobeiras...trabalho...mas vou indo
Agradeço aos novos comentaristas (?) e a quem sempre vem...bjos
enviada por Fernando



17/12/2004 10:50
Duas fotinhas para passar o calor...aiai...eu nesse banho...ia virar sopa....muuuuito quente....Bjos

Posso passar a toalha?

Precisando de ajuda?
enviada por Fernando



16/12/2004 11:20

E mais uma vez EU!..sem nd de bom pra dizer...to meio gripadim..cansadim....estressadim...mas to vivo e com saudades de mim quando gostava de escrever...de me mostrar....mudei pra kraiu esses tempos...tem coisas q queria dizer mas não dá...aiai...tantas coisas na mente....tantas preocupações, encheção de saco, perseguição até...mas vou tocando em frente..do espelho...com o travesseiro...ai q podre isso....bom, to por aí...me encontrando, pode bater nas costas..ando com a cara feia mas nem pá...sou eu mesmo dentro dessa carapaça...
Bjos, se cuidem e antes de terminar o ano vou fazer um balanço: leve três pague quatro...pq a situ tá roxa....fuiz


enviada por Fernando



01/12/2004 09:12
Ai meu..assim...hehehehe...voltei!!!!

Mas quero desculpar-me pq sumi tanto tempo assim. Muuuito serviço, apesar de não estar mais estudando. A coisa tá uma loucura aqui. Mas reservei esse tempinho soh pra vcs. Bom, o namoro no mesmo pé, a mesma mão, a mesma boca...outras aventuras picantes mais pra frente. E eh isso. Depois eu falo algo mais legal. To com sono ainda |-) blz?

Bjos e t+
enviada por Fernando



19/10/2004 17:08
Só pra comemorar a boa fase...

enviada por Fernando



18/10/2004 14:55
Oi...pessoas, ai faz tanto tempo, acho que nem sei mais como postar, contar minhas coisas...Aconteceram muitas coisas neste interim (?), que preciso dizer em um momento mais longo...como sempre estamos na correria, mas eu precisava desabafar um pouco e ouvir os senhores e senhoras, taum prestimosos amigos...meu teclado tah uma nhaca por isso n se espantem com os acentos erroneos...

Bom, tava di boa, vivendo minha vida, trabalhando com marketing, estudando comunicacao...ateh q consegui um trampo na facul pra poder ter um desconto na mensalidade....facul paga eh isso ai...

O trampo era moleza, soh realizar pesquisas de preco em alguns estabelecimentos da cidade. Porem as dificuldades comecaram a surgir, pois, a primeira vista, o servico era muito mas MUITO facil mesmo...mas o que fodia era que os estabelecimentos eram muito longe da minha casa, por isso eu tinha q levantar super cedo..nd demais pra quem isso jah foi habito...o problems era q nem sempre eu conseguia terminar as pesquisas no tempo certo.,..e a minha imagem ia pro saco essas horas....

Ai, um sabadao a tarde, resolvi q tinha q terminar uma pesquisa para entrega-la na terca feira...fui pro mercado e de prancheta na mao, cracha no pescoco e um sono pos almoco, comecei a marcar os precos....soh q ai o dono, isso mesmo o proprietario, me parou no corredor, viu que era academico e pediu para que eu naum continuasse a fazer as pesquisas no sabado e alem do mais ele iria ligar na universidade para conversar melhor sobre a intencao destas pesquisas...otimo, pois eu n tava nem um pouco a fim de perder meu sabado pesquisando o preco do feijao...

fui embora tranquilo, cheguei em casa, tava lah di boa, toca o cel...uma amiga da facul pedindo para que eu fosse na casa dela, pois era aniversario do seu namorado e ela queria uma ajuda pra fazer uma surpresa...fui
conversas, arrumamos algumas coisas, meu cel apita. era uma mensagem da minha mae.....filho, vem pra casa, preciso de vc, urgente, seu tio me ferrou e n sei o q fazer....

saio correndo, pego o busao na esperanca de pegar os fatos ainda quentes...chego em casa e descubro q meu tio, que mora conosco, tinha dado uma de galo indio e brigado com minha mae e com meu irmao, ameacando bater nos dois, chamou minha mae de safada, sem-vergonha, que o dinheiro que ela ganhava ela devia estar sustentando algum macho, ou melhor, que ela devia arrumar um para sustenta-la e aos filhos. Di boa, no domingo conversamos e eu decidi trancar o curso...todo mundo ficou chocado mas achei q foi a melhor decisao...hoje vejo que errei...

Feriado do dia 12 fui pro interior de SP com o amor para poder descansar e ajeitar a vida...convenci meu tio a vender seu computador e com a grana comprar uma motinha para mim...

E estou aqui agora, perigando ficar sem emprego, sem estudar, so engordando. O que mais me chateou nesta historia foi ele querer mandar em todo mundo. Eu sei que a dependencia economica que eu e minha mae sofremos por parte dele pesa sim, mas isso n dah o direito de ofender as pessoas como ele fez. Ele sabe de mim, mas por que cargas d'agua eu n sei....

Estou tranquilo, o namorado mais perturbador do mundo mas que me deixa a cada dia mais apaixonado...muitos projetos pro proximo ano...Enfim, eh a vida. E ela continua
prometo que no proximo post tem fotinha e algo mais picante...literalmente..hehehehe

Beijos e obrigaduuuuu pelos coments...

T+
enviada por Fernando



20/09/2004 23:06
Oi...Voltei
Tava meio desanimado...mas to di boa..trabalhando muito....curtindo a mil....delicia....
Bom sem muito papo soh foto
beijos


enviada por Fernando



11/08/2004 15:15
POST DE PROTESTO

Hoje não tem foto, não tem piadinha, não tem nada. Só tem eu, minhas histórias e um pedido. NÃO ME ESQUEÇAM... Cara, eu chatíssimo ter que abrir o blog e não encontrar os comentários de sempre. Bom, vamos concluir a história antes do João, e aí eu volto aos tempos de agora.

Conversei com Carlos e Alex e descobri que os dois estavam ficando. Saí dali, constrangido, fudido, ido, tudo que é possível. Mas de boa. Na sexta feita, o Advogado me liga dizendo que quer me ver. Saímos, trepamos dentro do carro com tudo que temos direito, e fico tranquilo.
No sábado encontro com o João no shopping
E estou com ele há um ano e seis meses
Beijos


enviada por Fernando



03/08/2004 12:40
Hi..sem delongas, direto a história...

No celular alguém dizia que queria, e podia, me ver naquele sábado. Pedi para que Edson me levasse até o terminal, mas a pessoa do cel, Eliseu, disse que era para eu ir até o centro da cidade. Edson me deixa no centro. Ligo para Eliseu. Ele diz que era melhor que eu fosse de moto-táxi. Vou. Chegando lá, encontro um cara bonitão, alto, forte, uns lábios grossos, cabelos encaracolados. Entramos na casa. Era de um amigo dele. Estava cuidando enquanto o amigo viajava. Sento-me no sofá, enquanto ele, em uma cadeira ao lado. Conversamos sobre tudo. Ele diz que se espanta por eu ser tão jovem. Papos, papos, papos, digo, sem intenções escusas, que estou com dor na coluna. E estava mesmo. Eliseu diz para eu tirar a camiseta e deitar no sofá. Ele me massagearia. Ótimo começo.
Deito-me. Ele tira minha camiseta, minha bandana e pede para que eu fique só de cueca. Por acaso, estava de samba-canção. Ele me massageia, usando Leite de Rosas. Aquele cheiro, a proximidade do corpo dele, seu hálito forte de homem, a solidão e silêncio que dominavam na casa, a expectativa de que o amigo poderia chegar a qualquer momento me deixam em estados interessantes. Quando percebo, Eliseu arranca o que ainda restava de roupa comigo, e me chupa. Forte e gostoso, com uma boa boca de macho, faminto. Pela primeira vez, vejo como é ser chupado por alguém que usa aparelho. Uma delícia!!! Continuamos na brincadeira. Peço para que pare.
Vamos para o banheiro, realizar uma fantasia que ele havia dito que morria de vontade de fazer. Abre o chuveiro no morno. O clima esquentaria de qualquer maneira. Começamos a nos beijar, sempre cuidando para não molhar os cabelos. Isso seria a prova de que eu estava fazendo algo errado. Brincamos. Eu pego no pau dele. Pequeno para o tamanho daquele homem. Sarro. Pegação. Chupeta dele em mim. Uma farra. Ele fica na minha frente, esfregando uma bunda fenomenal em mim. Eu o masturbo. Rebola. Rebola. Rebola.

Passo sabonete. Meto bem devagar. Fode. Fode. Fode. Gozo longe. Ele também. Me limpo. Voltamos para sala. Vou para casa. Feliz. Três caras diferentes no mesmo fim de semana.

Do terminal eu ligo para Alex. Ele se assusta achando que estou próximo de sua casa. Digo que não, mas que segunda feira iria para podermos conversar.
Na segunda chego lá. Encontro ele sozinho. Começamos o papo. De repente chega Carlos. Então entendo tudo.

enviada por Fernando



26/07/2004 11:20

Oiê
Depois de um tempão sem aparecer por aqui, precisava dar satisfações a quase meia dúzia que esteve me visitando.
Bom, Bonito foi bom. Mais para frente eu escrevo tudo que aconteceu mas é que preciso chegar aos tempos presentes. Senão perde a graça e a linha cronológica.
TEMPO REAL: namoro indo muito bem, faculdade reiniciando hoje, trabalho a mil. Mas sempre sobra um tempinho. E agora, histórinhas do passado.

Deitei-me entre Daniel e Edson. O calor daqueles dias de janeiro, misturado a tensão sexual que emanava dos corpos criava uma atmosfera rude e ao mesmo tempo deliciosamente sacana. Queria mais tempo ter passado entre os dois, sentindo-me desejado duplamente, mutuamente, incansavelmente. Daniel começa a me alisar. Primeiro a barriga, o tórax, os cabelos. Olha para ele, dou-lhe um beijo. Longo, um beijo que queria desde a hora em que cheguei naquela casa. Línguas adultas e juvenil misturando suas salivas tórridas e masculinas, num beijo que só havia visto em filme ou imaginado nos meus sonhos mais libidinosos. Edson vem se aproximando por trás de mim. Aqueles pêlos roçam minhas costas e pelos mamilos duros, além de outros membros, percebo o quanto estamos prontos. Ambos os três. Edson abaixa o samba-canção preta que vestia. No escuro, parecia que estava nu, visto a cor de sua pele. Um pinto pronto, escuro, com a glande grande e vermelha aparece de lá. Ele segura minha mão levando-me até seus pelos pubianos. Segura firme no mastro mais abaixo, começando a masturbá-lo de leve. Gemidos. Afagos. Respirações entrecortadas pelas palavras "Me chupa!". "Gostoso". Desço a cabeça até o pênis. Coloco um pedaço infímo daquela coisa sem tamanho na boca. Demoro-me na cabeça, enquanto os primos se beijam acima das minhas costas. Tento mas não consigo engolir inteiro, uma coisa que gosto e que sempre consigo, apesar das dimensões já encontradas. A de Edson não me permitiu fazê-lo. Volto a cabeça. Beijo o dono do membro. Volto-me para o primo. Recomeço a brincadeira. Repito a dose. Os dois ficam loucos. Sarreamos muito. Até que fico de quatro sobre Daniel, beijando levemente, enquanto Edson massageia meu ânus. Muitos carinhos. Sinto-me mais excitado do que nunca havia sentido aquilo. Edson lubrifica meu cú, introduz a cabeça. Não doeu. Estava delicioso. Ele atola o pau em mim. Que delícia!!! Quase gozo sem me tocar. Ele demora-se em cima de mim. Mexe. Mexe. Mete. Mete. Isso. Assim. Ai que delicia!!!
Daniel pede para que ele saia de cima. Agora era sua vez. Ele me põe em posição de frango assado enquanto diz:"Se vc aguentou ele todinho, o meu vc nem vai sentir". Mas eu senti. E foi ótimo sentir um pau depois do outro. Enquanto Daniel trepava olhando na minha cara, Edson me chupava intensamente. De repente, os dois param. E começam a comer um ao outro. Ali começava a minha tara vouyerista. Vendo dois homens. Másculos. Se comendo. Um parecia uma putinha querendo mais. Queira dois. Queira todos. O outro. Cavalo. Metendo fundo. Mas não podíamos gritar. O sobrinho estava dormindo no quarto ao lado. Eles mudam de posição. Edson senta no pau de Daniel. E rebola. Mexe. Implora por mais. Vejo que preciso participar. Pego o pau de Edson e meto na boca. Chupo enquanto vejo claramente o pau de Daniel entrando e saindo do cuzinho do primo. Os dois param de novo. Deitam-me de barriga pra cima. Edson mexe três vezes no pau e longos esporros caem sobre minha barriga e peito. Enquanto isso, Daniel levanta meu cu, mete o pau e começa a me masturbar. Quando vê que estou quase explodindo de prazer, ele tira o cacete, enquanto começo a gozar, ele goza junto, misturando a porra de três machos sobre mim.

Tomo um banho. Durmo na cama sozinho. Acordo. Sábado meio friozinho. Almoçamos. O sobrinho deles era uma delícia. Poderia ter participado com certeza. Depois do almoço, o sobrinho vai para o quarto. Daniel vai trabalhar. Edson me levaria até o terminal de ônibus. Toca meu celular. Um encontro da net. Meu sábado não havia terminado.

enviada por Fernando



16/07/2004 09:36

Olá,
Antes de continuar a contar a minha história gostaria de dizer o pq daquela carinha ao lado da data e hora em que essas palavras foram postadas. Estou indo para Bonito amanhã de manhã.

Para quem não conhece, essa é uma das cidades mais bonitas do País e com certeza rota certa de turismo gringo. Eles ficam loucos para nadar entre os cardumes de dourados ou descer até a piscina de água natural na Gruta do Lago Azul. Mas, eu pobre mortal sem os doláres americanos ou de qualquer outro tipo, vou para Bonito para prestigiar um dos melhores festivais culturais do Brasil: o Festival de Inverno de Bonito. Bom, tamanha é a felicidade visto que viajarei com meu amor, e meus amigos Moys e Fernando, namorados por sinal.

Depois de um breve passeio pelo mundo real, voltemos a realidade que já passou.

Alex ao telefone me dizia que talvez não fosse possível nos ver. Eu acreditava que o motivo era que, por ele ser enfermeiro, talvez estivesse de plantão naquele dia. Pois bem, dito isso, tentei de algumas formas dizer que talvez poderíamos nos encontrar no fim de semana, caso isso não se tornasse um impecilho para ele. Mas, ao invés de haver me dito apenas um sonoro e eloquente NÃO, ele me fez uma das propostas mais toscas, mas que depois percebi o quanto me foi valiosa. Propôs que tivéssemos um namoro aberto. Assim, namoraríamos como todo casal que se preza. Mas estaríamos livres para beijar qualquer um que quiser. Acatei. Não sei como poderia responder àquilo, afinal a maturidade e a coragem não estavam presentes. Foi uma das melhores decisões da minha vida.
No mesmo dia saí dali e dormi tranquilo. Afinal poderia aprontar com Alex e ao mesmo tempo me divertir.

Na sexta-feira, como sempre, teclei com toda Campo Grande e combinei de encontrar-me com uma pessoa, que dizia se chamar Renato, ter 24 anos e queria muito ficar comigo. Quando nos falamos ao telefone, percebi seu sotaque gostoso castelhano. Acertei que iria até sua casa e que dormiria lá. Disse para minha mãe que iria dormir com a Mariana e que amanhã (sábado) estaria de volta. Fui.

Banho tomado. Perfume. Roupa bonita. Cabelo com gel e bandana como faixa. Chego na casa. Com a frente escura, não havia porta frontal. Apenas uma pequena e lateral, de onde saía aquela luz característica de quem está assistindo TV no escuro. Pela luz, via-se um grande cachorro deitado à porta. Renato sai da casa. E conheço um dos mentirosos mais gostosos com quem já trepei. Renato na verdade era Daniel e tinha 44 e não 24 anos. Isso não impediu nada entre nós. Entro em sua casa e ele avisa-me que o sobrinho vindo do Paraguai (por isso o sotaque) está dormindo no quarto. Acalmo-o dizendo que não faria barulho. No meio do papo, pergunta tola minha, questiono do que ele gosta mesmo. Pela bermuda de futebol que vestia, Daniel segura o pau rijo e diz: "Você ainda quer que eu fale?". Passado o susto e a vontade de cair naquilo, Daniel começa a passar a mão na minha barriga por cima da camisa, dizendo que eu era gostosinho demais, que ele não tava aguentando. Mas que eu teria que esperar seu primo chegar.

Chega o primo. Suado. Moreno cor de jambo, peludo no peito e nos braços. Barriguinha super definida. 36 anos. O primo, Edson, entra no banheiro. Saí de lá limpo e perfumado. Senta-se no sofá, comendo um pedaço de bolo. Do quarto, Renato pede para que, quando terminasse, Edson me levasse até lá. E ele me levou. Chegando lá, Renato já está sem camisa. Assim, consigo ver os músculos bem feitos de um senhor meio careca e nas partes com cabelo, grisalho. Deitado sobre os lençois, sento-me ao seu lado. Ele tira minha camisa. O primo volta depois de haver fechado a porta, desligado a TV e trancado a do quarto. Na TV o Jô entrevistava alguém que falava sobre aumento do pênis. Ali, eu vi que nenhum dos dois precisava disso.
enviada por Fernando



14/07/2004 09:31


Oie...cs viram que hj eu to de boa...não quero nada com a vida, só na paz...mããããããããssssss vou continuar escrevendo e tentar concluir mais uma parte da história...

NOS ÚLTIMOS CAPÍTULOS NO BLOG DO FERNANDO....

Fernando volta da praia e combina de encontrar-se com um possível namorado em uma praça de sua cidade. Chegando lá, fica encantado com a pessoa, mas durante a conversa, o deslumbre transforma-se em asco, graças a arrogância, petulância e egoísmo. No mesmo dia, Fernando acerta o encontro com outro pretendente. Chegando na casa do mesmo...

Abre- se a porta de uma kitinete, com um quarto, estante, televisão, computador e um banheiro. Entramos, eu sento no chão, Alex senta-se na cama, à minha frente, deixando à mostra toda sua beleza morena brejeira, de moço do interior que vem para a Capital para poder melhorar de vida. Alex, devia ter quase um e noventa, alto, forte, com músculos construídos pelas brigas da vida, não com halteres e suplementos nutricionais. Moreno, cor do pecado, com lábios grossos, vermelhos, sedentos de beijos. Cabelos negros pelos ombros, loucos por um carinho, um afago, um simples toque. Pernas, barriga, peito, tudo nele é gostoso e rescende a sexo. Eu já estava pronto para tudo. Conversamos, muito até. Então ele diz que precisa me dizer algo.
"Olha, quando eu te vi na rua não gostei nada de vc. Sei lá, deve ser por vc ser novinho e talz, mas eh que não rolou a tal da química entende?"...Eu nessa hora estava quase indo embora.
"Mas aí vc tirou o boné, o óculos, o tênis, e começou a falar macio, tranquilo, despreocupado comigo, a rir gostoso e espontâneo, que eu fiquei louco...Senta aqui do meu lado". Pulo do chão para a cama em um segundo. Passo a mão em suas costas e digo: "Tire esse boné. Deixa eu ver o seu cabelo". "Não é feio, tá horrível". "Mesmo assim deixa eu ver". "Fecha a porta". Corro a trancar a única ponte com o mundo real, afinal agora começaria a fantasia. Alex levanta-se, coloca um CD do Roupa Nova, joga um colchão na chão, me deita e, pela primeira vez, eu vi as estrelas no meio do dia. Um beijo quente, forte, de macho mesmo. Depois, durante os carinhos abafados pelas palavras: "Ai, garoto assim vc me mata", desço minha mão até a bermuda branca de Alex, onde pode se ver o contorno perfeito de um pau grande, grosso e duro. Apalpo o pênis sobre a roupa e ele logo abre o zíper, abaixa a cueca e um pinto preto, lindo, daqueles que dá vontade de arrancar e colocar na parede de tão bonito, vem para mim. Abaixo-me, abocanhando aquela rola gostosa, mamando ferozmente, afinal estava já há duas semanas sem um simples e mísero celinho. Chupo, chupo, chupo, lambo as bolas, pretas e grandes como todo o resto, a glande vermelha, lembrando um cogumelo no meio daquela penumbra de fim de tarde. Alex pede para que pare. Agora era sua vez. Perto da rola dele, meu pinto parecia uma lamparina. Mas ele chupa com a mesma sofreguidão, gosto e vontade que eu. Sou eu agora quem pede para parar. Deito-me sobre seu peito forte, rescendendo a perfume barato, daqueles de catálogo. E fico ali por um tempo. Não transamos. Acredito que foi melhor mesmo. Perderia o clima romântico, ou pseudo-romântico, que nunca havia sentido.
Passados alguns minutos, Alex levanta-se, mira dentro dos meus olhos e me pede em namoro. Eu nem precisaria responder.Meu sorriso estampado e minha satisfação era tão grande que podia ser pega no ar. Saímos dali, comemos um lanche, voltamos para casa e adormeço.
Acordo com o cel tocando, minha mãe do outro lado da linha perguntando onde estou que não voltei para casa. Digo que estou na casa da Mariana e que depois explico melhor.
No outro dia, acordo, vou trabalhar, feliz, lânguido, nada poderia atrapalhar. Isso é quarta feira.
Na quinta a noite ligo para Alex, vendo a possibilidade de nos vermos na sexta. Então, ele me diz que...


enviada por Fernando



12/07/2004 15:45
OI
EU NÃO IA POSTAR MAS RESOLVI...HOJE AQUI NO TRAMPO TA MEIO PARADO..BOM..DEPOIS DE MUITO, MAS MUITO TEMPO EU VOU COMEÇAR PARA PODER CONCLUIR(???) O RELATO DO MEU COMEÇO DE VIDA GAY..

BOM DEPOIS DO VALTER, AQUELE SEMINARISTA QUE TRANSAVA COMIGO NA CASA DO PADRE, TEVE O MORENO, DA INTERNET, O DANIEL E O POVO DA CIDADE VIZINHA A MINHA...BOM VIAJEI PRO PARANÁ, CONHECI O ARGENTINO QUE QUERIA CASAR COMIGO...E VOLTEI..

DEPOIS DE VOLTAR, COMECEI A TECLAR NOVAMENTE COM O POVO E CONHECI UM TAL DE JOHNATAN..LOURO, ALTO, TRABALHADOR E UMA VOZ QUE DEIXAVA QUALQUER UM LOUCO..COMBINAMOS DE NOS ENCONTRAR EM UMA PRAÇA DE CAMPO GRANDE DEPOIS DO EXPEDIENTE DE AMBOS...CHEGUEI NO LOCAL E JÁ FALEI: "O QUE EU NÃO BEIJEI NA PRAIA VOU ME BANHAR NESSA BOCA". MAS, DURANTE O PAPO, PERCEBO QUE NÃO PASSAVA DE UM CARA ARROGANTE, AMBICIOSO E, ACIMA DE TUDO, EGOÍSTA. MAS, WHAT EVER?, CONVERSAMOS E EU FUI EMBORA APENAS COM UM LEVE VESTÍGIO DAQUELA IMENSA VONTADE DE BEIJÁ-LO...ISSO ERA UMA SEGUNDA FEIRA.
SAINDO DALI, LIGO PARA UM OUTRO POSSÍVEL ENCONTRO Q EU HAVIA TECLADO NO MESMO DIA. MAS ELE NÃO ATENDE...QUANDO ESTOU PERTO DE CASA, TENTO LIGAR NOVAMENTE E CONSIGO EXITO. ALEX, MORENO JAMBO, GOSTOSO, DE OUVIR FALAR E DE OUTRAS COISAS QUE VIRIA A CONHECER NO OUTRO DIA. COMBINAMOS DE NOS ENCONTRAR NA CASA DELE NA TERÇA.

NA TERÇA, NEM CONSIGO TRABALHAR, LOUCO DE VONTADE QUE O RELÓGIO CORRA ATÉ AS DEZOITO HORAS PARA QUE EU POSSA VE-O E MATAR A VONTADE E O TESÃO QUE ME CORTAVA O PEITO. SAIO DA EMPRESA, PEGO O BUSÃO E VOU. NO CAMINHO, PERCEBO QUE A CASA DELE ERA UM POUCO LONGE DO PONTO ONDE EU HAVIA PARADO. LIGO DO CELULAR E SÓ CONSIGO OUVIR: "VEM ANDANDO QUE EU TE ENCONTRO"...CAMINHANDO PARA A FELICIDADE, ENCONTRO UM CARA MORENO ESCURO COMO JÁ HAVIA DITO, TODO DE BRANCO, BRAÇOS FORTES, PERNAS CABELUDAS E MASCULAS..PER, COMO DIZ UM AMIGO MEU...
VAMOS ATÉ A SUA CASA, CHEGANDO LÁ...
CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO...AGORA UMA FOTINHA PARA AMENIZAR O CLIMA...BEIJOS E COMENTEM PLIS.


enviada por Fernando



07/07/2004 09:53
nhai..aiai..pessoas fazia um tempão que eu naum aparecia neh..mas vortei para infelicidade de alguns e para alegria de muitos..naum que eu queira dizer que muitos venham aqui naum...apenas alguns, escolhidos a dedo..literalmente.
bão..preparem-se pois agora vc lerão(lerão realmente naum eh umas das melhores conjugações verbais)...

O RELATO DO MEU FIM DE SEMANA

Quinta feira, saí mais cedo do trampo e fui pro apê..conversas, risadas, brincadeiras..meu cel toca...era um amigo da época do colégio, que há muito tempo eu não via...o que, por si só, já era uma coisa entristecedora.."e aí, como c tá?"; "ah, to bem, correndo como sempre..mas e vc?em visto o povo?";"poizeh to te chamando pra gente ir lá no Europa(bar de Cpo. Gde.) sexta..eh meu aniversario";"ah..beleza vou sim";
e já estava tudo certo..baladinha solteiro, afinal meu amor naum se relaciona muito bem com o meu povo e tb naum pode ficar na rua recém operado OK?
pois bem, desde que ele soube q eu sairia, nossa ficou bicuda, naum me olhava direito, naum conversava, um nojo..
mas na sexta, uns amigos apareceram em casa e disseram que haveria o lançamento de um festival lá no teatro...e eles, incluindo o JOhn, disseram que iriam..e, durante a conversa, o João fez questão de dizer: "eh, a gente vai, pq esse aí vai sair com o povo dele"..aia, como se me atingisse, mas a verdade eh que atingiu sim, sei lá fiquei meio bolado com aquilo, e até pensei em fingir que saí e voltar pra casa...teria sido melhor...
mas fui, me arrumei, fiz tudo que eu devia, limpeza de pele, barba, cabelo, bigode, roupa limpa e nova, sapato bonito, e eu só pra rechear essa perfeição.
fui pra casa de uma amiga que iria junto, conversamos um pouco, pegamos um taxi e fomos..chegamos no local e já começamos a entornar na cerveja...lá pelas tantas, pedi uma bebida, horrível por sinal, e aí começou a desgraceira. pq vcs sabem que misturou, o doce desanda neh..tonto, embriagado, e o pior, sozinho...pq nessas horas minha amiga já tava aos beijos com um carinha...
a ultima coisa que eu lembro foi de haver avisado que iria embora, mas minha amiga disse "espera que a gente vai de carona"...........................................................
e aí já não me lembro de nada..branco total, naum me lembro como saí do bar, quem pagou, com quem saí, e como cheguei em casa bebado daquele jeito...
depois daquela cena, a outra que me lembro foi de estar chegando na esquina do predio e encontrando o João:
"Pega suas coisas e vai embora. Não quero vagabundo e bêbado na minha casa".
Entramos no prédio, sento na cama, João pega o telefone, disca, espera:
"Alô, oi tudo bom D. Cléia (minha mãe). Aqui é o João. O jorge acabou de chegar, bebado e eu to mandando ele embora. obrigado. tchau"
"nem adianta ficar me olhando com essa cara. deita aí no tapete e dorme um pouco, pq desse jeito vc ainda morre e a culpa vem pra mim"
e lá foi o Renato Mendes pro tapete. apaguei. acordo com o João caminhando ao meu lado. viro-me de barriga pra cima. mãos atrás da cabeça. o joão aproxima-se do canto da cama perto de onde estou. pegunta pq eu fiz isso e se iria demorar pra ir embora. respondi que naum sabia e q iria embora a hora que eu quisesse, pois já q acabou, q ele esperasse eu melhorar...
meio minuto e ele pediu para que eu deitasse na cama...era a rendição.
conversamos muito e aí descobri que havia perdido meu celular, meus oculos de grau e minha aliança...o que soh deixou o joão mais bravo ainda...

RESUMO

nos acertamos...estamos melhor que antes e com a certeza de que, daqui pra frente, bebedeira só acompanhado dele...
beijos e não esqueçam o comentário..depois eu posto uma foto aqui....

enviada por Fernando






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